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Mundo das Mulheres

Mundo das Mulheres

A IKEA descodificada

IKEA.png

 (imagem retirada da internet)

 

Nas minhas idas à IKEA já muitas vezes já me perguntei: o que significa este nome? Percebia que eram nomes em Sueco, mas o que significavam estava longe de saber… Eis que o SAPO se lembrou de nos elucidar.

Aqui está a IKEA descodificada:

 

Têxteis para cama - Nomes de flores e plantas

Camas, roupeiros, móveis de sala - Nomes de lugares noruegueses

Estantes de livros - Profissões e nomes masculinos escandinavos

Tigelas, vasos, velas e castiçais - Nomes de lugares na Suécia, adjetivos, especiarias, ervas, frutas e bagas

Caixas, decoração de parede, quadros e molduras, relógios - Expressões em calão sueco, nomes de lugares na Suécia

Produtos para crianças - Mamíferos, aves, adjetivos

Mesas, cadeiras e cadeiras giratórias - Nomes masculinos escandinavos

Tecidos, cortinas – Nomes femininos escandinavos

Mobiliário de jardim - Ilhas Escandinavas

Acessórios de cozinha - Peixes, cogumelos e adjetivos

Iluminação - Unidades de medida, estações do ano, meses, dias, navegação e termos náuticos, nomes de lugares na Suécia

Tapetes - Nomes de lugares na Dinamarca

Sofás, poltronas, cadeiras e mesas de refeição - Nomes de lugares na Suécia

 

Na próxima vez que for À IKEA, pelo menos os nomes já farão algum sentido…

 

 

A ditadura do salto alto

Ser Mulher tem muito que se lhe diga…

Em 2016 uma rapariga Canadense solicitou várias vezes ao longo do dia, ao seu empregador que a deixasse usar sapatos de salto baixo, uma vez que estava com dores extremas nos pés, por trabalhar todo o dia em pé (ela era empregada de mesas). O patrão não deixou e quando a mesma chegou a casa e descalçou os sapatos, tinha ambos os pés ensanguentados. A sua melhor amiga ficou indignada, tirou uma fotografia e colocou-a no Facebook. A foto tornou-se viral e o assunto tornou-se polémico.

 

pes.jpg

 

Ainda no ano passado outra jovem Britânica (Nicola Thorp) que trabalhava como rececionista temporária num Hotel foi enviada para casa, sem salário (o que é ilegal), porque se recusou a trabalhar de salto alto. A jovem achou que estava a ser discriminada e resolveu lançar uma petição que angariou 150.000 assinaturas (ultrapassando as 100.000 necessárias para o assunto ser discutido no Parlamento Britânico) entre Maio e Novembro de 2016. O assunto ganhou projeção nacional e a agência de trabalho temporário para a qual a jovem trabalhava teve que rever os procedimentos e retirou a obrigatoriedade de trabalhar de saltos altos. Entretanto, face a estes dois casos que geraram muita polémica (e provavelmente a outros que desconhecemos) a Comissão para as Mulheres e Igualdade e a Comissão de Petições do Parlamento Inglês, fizeram um estudo sobre o uso de saltos altos no trabalho e as regras de vestuário nos locais de trabalho.

O relatório de avaliação detetou muitas situações discriminatórias, tais como: a obrigatoriedade das mulheres de pintarem o cabelo de louro ou de se terem de maquilhar constantemente. Também conclui que as mulheres sofrem problemas de saúde e bem-estar a curto e longo prazo por serem obrigadas a usar saltos altos no trabalho.

Na França (país da Igualdade, por excelência) em 2015 no Festival de Cannes, um grupo de convidadas, mulheres com mais de 50 anos, foi impedida de entrar para assistir ao filme “Carol”, porque não estavam a cumprir o “Dress Code” do Festival por estarem sem saltos altos.

De acordo com o site Screen Daily, já um evento anterior ao Festival de Cannes tinha impedido um grupo de mulheres a entrar no mesmo e que, por motivos de saúde, usavam sabrinas de strass em vez de saltos altos.

Face a estas situações passadas na “Red Carpet”, em 2016 Júlia Roberts, Kristen Stweart e Sasha Lean, fizeram questão de entrar no Festival de Cannes descalças como forma de protesto.

Num Mundo que se quer cada vez mais Igualitário e Solidário, a ditadura dos saltos altos tem-se imposto. Até quando?

E em Portugal? Eu não me posso queixar, pois apesar de trabalhar com Diretores, Médicos, Enfermeiros, Administrativos, o “Dress Code” no meu local de trabalho é liberal e eu, se e quando quiser, posso trabalhar de sabrinas. Apenas não é permitido trabalhar de ténis, fato de treino, enfim, roupas de lazer.

E vocês? Como é o “Dress Code” no vosso local de trabalho?

O divórcio é contagioso?

Hoje deparei-me com uma notícia com o título: "O divócio é contagioso?"

images.jpg

(imagem retidada da internet)

 

 Podem ver aqui:

http://www.msn.com/pt-pt/?ocid=iehp&AR=5

Quanto ao facto de ser contagioso ou não, não sei. Não faço ideia.

O que sei é que foi na pior fase da minha vida, aquando do divórcio, que percebi que afinal não tinha amigos.

Sim, porque todos se afastaram de mim, quando souberam que me ía divorciar. Não sei se o divórcio é contagioso, mas sei que as pessoas têm medo que seja!

A minha ex-melhor amiga (que era e é casada), e com quem falava todos os dias, quer fosse por telefone, e-mail, presencialmente, etc., afastou-se e nunca mais disse nada. Após 2 anos veio ter comigo a pedir desculpa e a querer retomar a nossa amizade... Porquê que se afastou? Por medo. Medo que também ela se divorciasse...

Por ter passado por esta experiência, percebi que as pessoas vêem o divórcio como um vírus do qual têm pavor!! E quando tomam conhecimento que alguém se vai divorciar, o que fazem é afastar-se imediatamente!!!!

Decerto que não é a atitude mais correcta, pois alguém que se está a divorciar está no período mais difícil da sua vida, e todo o apoio é pouco.

Há por aí alguem que tenha algum amigo ou amiga que se vá divorciar? Não o/a abandonem!!! É nesta altura que ele/a mais vai precisar da V/ amizade!!!

Após o divórcio demorei (sozinha) 2 anos a refazer a minha vida de novo... Se tivesse tido apoio de amigos, decerto teria demorado bem menos...

Por favor, pensem duas vezes antes de abandonarem alguém...

 

Silisponge é a nova rival da Beautyblender

Ainda a Beautyblender não está totalmente estabelecida no mercado e já surgiu uma concorrente: a Silisponge!

 

SILI.jpg

 (foto retirada da internet)

 

A Silisponge é uma esponja à base de silicone, que tem como objetivo eliminar todos os desperdícios de maquilhagem bem como, a sua absorção.

  

Com o nome de Silisponge, esta tem como função espalhar bases líquidas ou outros produtos cremosos na pele, sem comprometer a sua cobertura e sem existirem perdas de produto.

À venda no site Molly Cosmetics, a esponja de silicone já se encontra esgotada e tem o valor de 9.37€.

 

E vocês, meninas, já experimentaram? Qual preferem?

 

A caneta 4 em 1 ganha nova versão em maquilhagem

A Clarins acaba de anunciar o seu produto de maquilhagem a famosa caneta de quatro cores, só que desta vez a tinta foi trocada por lápis de olhos e de boca.

A Clarins 4-Colour-All-in-One-Pen é composta por três cores de lápis de olhos, preto, castanho e azul, e por uma de lábios nude.

 

Clarins.jpg

(foto retirada da internet)

 

 

Perfeita para ser levada na mala, permite-lhe alterar a sua maquilhagem conforme a ocasião e não necessita de andar carregada com diferentes produtos.

A edição da caneta 4-Colour-All-in-One vai ser vendida já a partir da primeira semana de janeiro, pela quantia de 30 dólares ou 28,75 euros.

 

Tenho que admitir que, para mim, esta é uma moda à qual não tenho dificuldade em aderir, porque além de prático, eu não gosto de andar carregada de produtos de maquilhagem...

E vocês meninas, o que acham?

 

Marrocos proíbe fabrico e venda do véu islâmico integral

Não posso deixar de fazer uma referência a esta notícia:

Burka.jpg

 (foto retirada da internet)

 

 Por motivos de segurança, Marrocos proibiu o fabrico e venda do véu islâmico integral!

O que me surpreendeu foi esta medida ser tomada por um país muçulmano!!! Espero que, implicitamente, o seu uso também esteja proibido!

Numa época em que os atentados terroristas já começam a ser "o prato nosso de cada dia", surpreende-me que Marrocos, um país muçulmano tenha tomado esta medida! Apenas lamento que não tenha sido pensada, acima de tudo, para acabar com a discriminação das Mulheres...

Mas, uma vez que o efeito colateral vai "atingir" as Mulheres favoravelmente, já saimos a ganhar!

Marrocos, mais uma vez, a supreender-me pela positiva!

 

Como começar o Ano Novo com o pé direito

Vivo sozinha há 7 anos. Os meus filhos ora vivem comigo, ora com o pai.

Este ano decidi que ía passar o Ano Novo fora de casa, pois não me apetecia passá-lo sozinha (os meus filhos passam-no com o Pai).

Apesar de ter amizades femininas, as mesmas são casadas e passam sempre o Ano Novo em família.

Assim, no último dia do Ano de 2016, decidi que iria ao Casino de Lisboa ver um concerto com entrada grátis. Comecei a arranjar-me às 21h00, mas por ter recebido vários telefonemas, acabei por me atrasar. Quando cheguei à Estação da CP, o comboio para o Oriente já tinha passado. Assim, apanhei o comboio para o Rossio e depois apanharia o metro para o Oriente.

Acontece que no comboio conheci uma mãe solteira e a filha de 17 anos. Eram muito simpáticas e como estavam também sozinhas acabámos por fazer amizade e fui com elas para o Terreiro do Paço.

Chegámos ao Rossio e dirigimo-nos ao Terreiro do Paço. Antes de chegarmos ao Arco da Rua Augusta, estava uma multidão horrível. Nem conseguíamos andar mais. Comecei a ver pessoas a voltar para trás e a dizer que a PSP já não deixava entrar mais pessoas no recinto, devido ao risco de sobrelotação.

Voltámos para trás e sugeri irmos então ao Casino de Lisboa ver o concerto. Apanhámos o metro na Baixa Chiado e lá fomos.

Chegámos e na entrada do Casino perguntei ao Segurança se a rapariga podia entrar, uma vez que estava acompanhada com a mãe. O Segurança disse-me que não, pois ela era menor e de acordo com as regras do Casino não é permitida a entrada de menores no Lounge, pois têm acesso ao espaço de jogos. Expliquei que ela estava acompanhada pela mãe, mas mesmo assim não permitiram a nossa entrada…

Ali perto na FIL, havia música e carroceis de feira. Fomos até lá e como já era 01h30 da manhã, estávamos cheias de fome. Comprámos crepes numa das vendas ambulantes (dentro do recinto) e sentámos a comer numa das mesas que lá se encontravam. Quando estávamos a metade do mesmo, chega um PSP que estava ali de serviço e informou que tínhamos que sair. Eu disse que apenas estávamos a acabar de comer e saíamos logo. Passado 2 minutos apareceu outra PSP e disse que se não saíssemos ficávamos lá fechadas. Agarrámos nos pratos de plástico e nos talheres e lá fomos nós para a saída…

Comemos o resto à entrada da FIL. Dirigimo-nos então à estação CP do Oriente para apanharmos o comboio e voltar para casa. Fomos a ver os horários e surpresa: só haviam comboios a partir das 06h08 da manhã! Eram 02h00 da manhã e teríamos de ficar ali na Estação a noite toda!!!

Estava uma noite gelada. O frio naquela estação entrava por todos os lados. Fui perguntar a um Segurança (negro) que ali estava de serviço se podia abrir uma das salas de espera (existem 4), pois havia mais pessoas que também estavam à espera e a miúda estava cheia de frio. O Vigilante foi extremamente arrogante e disse que não podia. Que estavam a obedecer a ordens da REFER e não podiam abrir uma das salas…

Expliquei-lhe que sabia que tinham expulsado os sem-abrigo que estavam no espaço da cave e que a REFER não queria pessoas lá em baixo. Mas como nós não éramos sem-abrigo, mas sim passageiros, podiam abrir uma das salas de espera no piso superior. Na sua arrogância continuou a dizer que não e foi embora.

A entrada para a sala de apoio ao cliente antes da porta de entrada tem duas portas de vidro e forma um retângulo. Ali o frio não entrava com intensidade e como a miúda estava a gelar, fomos lá para dentro. Estivemos lá até às 05h00 da manhã. Por duas vezes um Segurança (branco) passou por nós olhou e ignorou-nos. Às 05h00 da manhã o dito Segurança (negro) voltou e embirrou que não podíamos estar ali dentro porque os Funcionários da CP íam entrar ao serviço e nós não podíamos estar ali. Expliquei-lhe que os Funcionários não íam entrar às 05h00 da manhã, porque os comboios só começavam a funcionar às 06h00, até porque além disso, o horário estava afixado na porta. Continuou a insistir e nós dissemos que não saíamos dali e dissemos inclusive para que se quisesse chamasse a PSP. Como não conseguia levar a sua avante, abriu as portas para nos forçar a sair dali. Saímos e ele ficou a conversar com outros homens que estavam ali à espera também do primeiro comboio da manhã. Qual não é o meu espanto quando olho e vejo 4 homens entrar para onde nós não podíamos estar!!! Então como havia outra reentrância como aquela, fui para lá sem ele ver e lá fiquei. A mãe e a filha ficaram na plataforma da Estação porque já não que lhe queriam fazer frente novamente. Às 05h15 o Segurança (branco) trouxe as chaves e abriu uma sala de espera, para que as pessoas lá pudessem ficar protegidas da noite gelada… Estivemos lá até à hora do comboio.

Espero que o facto de andar a ser “expulsa” de todo o lado nessa noite, não venha a ser agoiro de mau ano…

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